NOME/PERÍODO
FORMA DE ACESSO
ECONOMIA
EDUCAÇÃO
SOCIEDADE
PRINCIPAIS REALIZAÇÕES
PRINCIPAIS PROBLEMAS
Fernando Henrique Cardoso
1995/2003
Eleição direta Houve mais desacertos do que acertos na educação de jovens e adultos. A queda na taxa de analfabetismo na população com 15 anos ou mais de idade, de 16,6%, em 1994, para 13,6%, em 2000, foi residual. A redução mais significativa do analfabetismo deu-se na faixa etária de 15 a 29 anos. O País, contudo, continua a ostentar uma legião de 15 milhões de analfabetos. Ao contrário do prometido, o governo não aumentou o repasse de recursos para estados e municípios e entidades não-governamentais para o desenvolvimento de programas de alfabetização. Também não conseguiu ofertar cursos equivalentes às quatro séries finais do ensino fundamental para toda a população de 15 a 30 anos que havia cursado apenas as quatro séries iniciais desse nível de ensino.
Foi marcado pela privatização de empresas estatais;como Embraer;Telebrás;Vale do Rio Doce e outros.
Impulsionou o consumo interno mais, o que era festa virou preocupação para o governo, com o consumo em alta.Em primeiro de julho de 1994 passou a vigorar a nova moeda do país, o Real ,um real era equivalente a um dólar.
No primeiro mandato FHC com sucesso da nova moeda, a principal preocupação era controlar a inflação,o governo elevou as taxas de juros da economia.Em 2001 ocorreu o chamado “apagão”foi uma crise nacional onde a população teve que reduzir o consumo de energia elétrica Houve mais desacertos do que acertos na educação de jovens e adultos. A queda na taxa de analfabetismo na população com 15 anos ou mais de idade, de 16,6%, em 1994, para 13,6%, em 2000, foi residual. A redução mais significativa do analfabetismo deu
A criação do (FUNDEF) Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental. A principal meta do Avança Brasil era ampliar em pelo menos 5% ao ano a oferta de vagas em creches e pré-escolas, preferencialmente para a população de menor renda. A meta para as creches foi cumprida, com folga. A matrícula subiu 31,5% de 1999 a 2001. Já a matrícula na pré-escola cresceu apenas 13,8% nos últimos três anos. Acredita-se que ainda possa alcançar a meta estabelecida. Houve mais desacertos do que acertos na educação de jovens e adultos. A queda na taxa de analfabetismo na população com 15 anos ou mais de idade, de 16,6%, em 1994, para 13,6%, em 2000, foi residual. A redução mais significativa do analfabetismo deu-se na faixa etária de 15 a 29 anos. O País, contudo, continua a ostentar uma legião de 15 milhões de analfabetos. Ao contrário do prometido, o governo não aumentou o repasse de recursos para estados e municípios e entidades não-governamentais para o desenvolvimento de programas de alfabetização. Também não conseguiu ofertar cursos equivalentes às quatro séries finais do ensino fundamental para toda a população de 15 a 30 anos que havia cursado apenas as quatro séries iniciais desse nível de ensino.
Alguns programas sociais que foram criados: a Bolsa Escola; Bolsa Alimentação e o Vale Gás.
No primeiro mandato, FHC conseguiu a aprovação de uma emenda constitucional que criou a reeleição para os cargos eletivos do Executivo,[17] sendo o primeiro presidente brasileiro a ser reeleit Foi implantado o gasoduto Brasil Bolívia , foi o co-fundador do PSDB(Partido da Social Democracia Brasileira.
Participou da criação do MDB(Movimento Demócrativo Brasileiro);teve participação decisiva nas diretas-já e na eleição do colégio eleitoral.Além de ser o “idealizador” do Plano Real.
Em seu governo houve denúncias de corrupção,[18] dentre as quais merecem destaque as acusações de compra de parlamentares para aprovação da reeleição[19] e de favorecimento de alguns grupos financeiros no processo de privatização de empresas estatais.[20] A Polícia Federal estima que entre 1992 e 2002 (governo FHC) e 2003/2004 (governo Lula) aquele grupo girou mais de US$ 2 bilhões através do Opportunity Fund[21] - e os escândalos do caixa dois de sua campanha eleitoral, cujas planilhas mencionavam subsidiárias da empresa Alstom que, segundo o Der Spiegel, está sendo acusada pelo governo Suíço de ter pago em 1998, através da Companía de Asesores de Energia, uma empresa panamenha, propinas no valor de 200 milhões de dólares a integrantes do governo brasileiro para obter a concessão da Usina Hidrelétrica de Itá no Brasil,[22][23][24][25] no episódio conhecido como o Escândalo do caso Alstom.[26][27]
O fim de seu segundo mandato foi marcado por uma crise no setor energético, que ficou conhecida como Escândalo do apagão.[28] A crise ocorreu por falta de planejamento e ausência de investimentos em geração e distribuição de energia, e foi agravada pelas poucas chuvas.[29] Com a escassez de chuva, o nível de água dos reservatórios das hidrelétricas baixou e os brasileiros foram obrigados a racionar energia. A crise acabou afetando a economia,[30] e consequentemente provocou uma grande queda na popularidade de FHC.
quarta-feira, 3 de março de 2010
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